Em 2026 e 2027, a projeção da Copasa é de investimentos de R$ 3,1 bilhões e R$ 3,9 bilhões, respectivamente. Já em 2028, o montante deve alcançar R$ R$ 4,5 bilhões.
São pelo menos seis grandes projetos com leilões previstos, que juntos somam R$ 27,5 bilhões em investimentos estimados e potencial de atendimento a quase 11 milhões de pessoas.
Na área de esgotamento sanitário, os empreendimentos tem como meta a ampliação e implantação dos sistemas em cidades como Salvador, Feira de Santana, Eunápolis, Lauro de Freitas, Ilhéus, Brumado e Pojuca.
CEO da GS Inima no Brasil desde 2000 e um dos fundadores da ABCON, Paulo Roberto de Oliveira assume a presidência do Conselho no lugar de Rogério Tavares, vice-presidente de relações institucionais da Aegea.
Levantamento revela que a maioria dos municípios permanece em estágio intermediário, enquanto só uma capital figura entre as cidades mais bem avaliadas do país.
Estão previstos investimentos de R$ 15,4 bilhões (€2,38 bilhões) para ampliação e modernização da infraestrutura de saneamento, de forma a garantir água tratada e a coleta e tratamento de águas residuais para cerca de sete milhões de habitantes.
o volume de investimentos em saneamento básico no Brasil apresenta um desafio proporcional ao seu avanço: o aumento do volume de lodo de esgoto e a necessidade de sua destinação ambientalmente correta.
A entidade defende que a manutenção da dispensa, aprovada pelo Congresso por ampla maioria, é necessária para acelerar a implementação de infraestruturas críticas.
Embora a lei já garanta prioridade e simplificação de licenciamento ambiental para obras de saneamento conforme o porte e o impacto das atividades, essa previsão se limita à tramitação administrativa dos projetos.