Desde o início da concessão, em 2013, mais de R$ 300 milhões já foram destinados à modernização das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e coletores tronco.
Segundo o mapeamento, os projetos de hidrogênio verde, amônia, e-metanol e aço verde estão espalhados por 15 estados brasileiros e vão demandar uma capacidade instalada de 90 gigawatts (GW) de novas usinas renováveis.
As duas centrais geradoras, localizadas nas cidades de Moju, com 5 MWac, e Paragominas, com 2,5 MWac, vão atender consumidores paraenses no modelo de geração compartilhada.
Empresa está investindo em equipamentos específicos para sistemas de água e esgoto, estações de tratamento (ETA e ETE), e desenvolvendo soluções técnicas personalizadas para atender as diferentes demandas regionais.
A projeção de expansão se mostra promissora, com 419 empreendimentos contratados e potencial adicional de 15,9 GW, segundo dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
A China continua liderando o desenvolvimento da indústria limpa no mundo, representando um quarto dos US$ 250 bilhões em investimentos em plantas limpas, seguida pelos Estados Unidos, com 20% e pela União Europeia, com 15%.
A expectativa é que US$ 1 investido pelo CIF gere US$ 12 em financiamento. Uma parte dos recursos será destinada aos projetos de hubs de hidrogênio de baixa emissão de carbono que serão selecionados pelo MME na chamada pública aberta em outubro de 2024.
O déficit relativo de abastecimento de água na Bacia do Rio Pinheiros foi de 0,6% da população, uma marca muito inferior à média do estado de São Paulo, que foi de 4,9% da população, e à média de 15,8% registrada no Brasil.