O Brasil é destaque e essa lógica também começa a ser incorporada pelo mercado imobiliário, no segmento de multipropriedade, que acumulou cerca de R$ 100 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) entre 2020 e 2024.
Desde 2012, o segmento já investiu mais de R$ 87,7 bilhões gerou mais de 601 mil empregos verdes acumulados, além de proporcionar cerca de R$ 29 bilhões em arrecadação aos cofres públicos.
2025 marcou o ingresso da empresa em grandes empreendimentos fotovoltaicos de geração centralizada (usinas conectadas ao Sistema Interligado Nacional – SIN).
Levantamento revela que a maioria dos municípios permanece em estágio intermediário, enquanto só uma capital figura entre as cidades mais bem avaliadas do país.
A ambição é transformar a região em grande exportadora do combustível, porém, a inciativa encara limitações de rede e infraestrutura, incertezas de mercado e lacunas em política pública limita crescimento.
A instalação de novos projetos fotovoltaicos, tanto nas grandes usinas quantos nos pequenos sistemas de geração própria deve adicionar 10,6 GW de potência instalada da fonte solar em 2026.
Os investimentos são voltados para promover o fomento da geração de eletricidade com as tecnologias eólica e fotovoltaica, entre públicas, privadas, cooperativas de crédito e fintechs.
A iniciativa reflete a consolidação da empresa no mercado de energias renováveis, com foco em soluções de armazenamento que integram tecnologias de ponta à geração fotovoltaica, sistemas de backup e diversas aplicações.
O estado ultrapassou a marca de 5,7 GW em operação nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos e possui mais de 588 mil conexões operacionais.
OCDE atingiu 908,7 TWh, um aumento de 3,1% em relação a março de 2024, dos quais 392,9 TWh (43,2%) foram produzidos a partir de combustíveis fósseis, 358,7 TWh (39,5%) de fontes renováveis e 153,2 TWh (16,9%) de energia nuclear.