As propostas são voltadas às áreas de transição energética, ao estabelecimento de um mercado de carbono, à conservação florestal e à economia circular.
A escolha pelo País ocorreu pelo reconhecimento do perfil limpo da matriz energética brasileira e do papel de liderança exercido pelo Brasil nessa área.
Segundo estudo, mais de 14 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas, ou 29% da área total, estavam registrados ilegalmente como propriedade particular.
O processo seletivo aceita candidatos recém-formados tanto de cursos tecnólogos quanto bacharéis com data de conclusão entre julho de 2019 e julho de 2022.